O QUE É KARMA

 


 

 
 

" A teoria do Karma Negativo está muito ligada as energias: a teoria diz que quanto mais energia negativa você tirar de você mesmo, só o que restará no seu ser serão energias boas, o que resultará em um afastamento daquilo que representa o mal e a aproximação do corpo e da alma às boas vibrações. A ideia é jogar tudo de ruim para fora e ficar com as coisas boas para si mesmo."
" No budismo, o termo se refere às nossas intenções, que podem ser boas, más ou neutras. Boas intenções geram bons frutos, más intenções geram maus frutos. E é a intenção nossa de continuar a existir que nos levaria, após a nossa morte, a reencarnarmos em outros corpos.1 Considera-se que, ao gerar karma, os seres ficam presos ao ciclo de reencarnações (samsara) e que a última meta da prática budista é extinguir o karma e, desse modo, libertar-se do ciclo de reencarnações."

 
 
     
 
 


 

 
 

Samsara (sânscrito-devanagari: संसार: , perambulação) pode ser descrito como o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos.
Na maioria das tradições filosóficas da Índia, incluindo o Hinduísmo, o Budismo e o Jainismo, o ciclo de morte e renascimento é encarado como um fato natural. Esses sistemas diferem, entretanto, na terminologia com que descrevem o processo e na forma como o interpretam. A maioria das tradições observa o Samsara de forma negativa, uma condição a ser superada. Por exemplo, na escola Advaita de Vedanta hindu, o Samsara é visto como a ignorância do verdadeiro eu, Brahman, e sua alma é levada a crer na realidade do mundo temporal e fenomenal.

 
 
 

No vedanta e na maioria das diversas tradições hindus que se fundamentam no Vedanta, o ciclo de transmigração da alma, ou samsara, não é feito exclusivamente do passado para o presente, numa temporalidade linear como a concebida pela cosmologia Ocidental. O ciclo pode se deslocar para qualquer posição no espiral do tempo e, de acordo com as diferentes inferências feitas pelos sábios, em quaisquer Brahmandas, ou universos da criação material, e em quaisquer tipos de corpos, entre as 8,4 milhões de espécies transmigráveis, podendo haver evolução ontogênica ou filogênica, nos dois sentidos: elevação e degradação; de semi deus a larva, de planta a ser humano, e vice-versa. De fato, as possibilidades de transmigração são infinitas.

 

Maat como deusa

 
 


 

 
 

" Na religião egípcia, Maat é a deusa da verdade, da justiça, da retidão e da ordem1. É a deusa responsável pela manutenção da ordem cósmica e social, filha (ou mãe) de Rá e esposa de Toth (alguns escritores defendem que o deus-lua Toth era o irmão de Maat). Ela é representada como uma jovem mulher ostentando uma pluma de avestruz na cabeça, a qual era pesada contra o coração (alma) do morto no julgamento de Osíris2 ".

 
 
 

Maat como princípio

 


 

 
 

" Maat é associada à determinação final e funciona tanto como deusa como quanto conceito. No antigo Egito os princípios de Maat eram parte integrante da sociedade, e garantia de ordem pública.
Para atender às necessidades complexas do estado emergente egípcio, que abraçava diversos povos com interesses conflitantes, Maat passa a ser representada como o princípio da ordem, para afastar o caos e manter a harmonia cósmica. Os princípios de manutenção da ordem, que eram seguidos pelos egípcios em obediência a Maat, tornaram-se a base da lei egípcia. Desde os primórdios, o rei é descrito como "Senhor de Maat", que decretava com sua boca a Maat que concebia em seu coração.
O significado de Maat se desenvolve a ponto de abarcar todos os aspectos da existência, incluindo o equilíbrio básico do universo, o relacionamento entre suas partes constituintes, o ciclo das estações, movimentos celestes e observações religiosas, bem como negociações justas, honestidade e confiança nas interações sociais. A harmonia cósmica era conseguida através de uma vida ritual e pública correta. Qualquer distúrbio na harmonia cósmica poderia ter consequências para o indivíduo, assim como para o estado: um rei ímpio poderia trazer fome ao povo.
Maat é fundamentalmente ligada à instituição faraônica. Os egípcios acreditavam que sem a ordem de Maat só haveria o caos primordial e então o mundo não seria o mesmo. Foi, portanto, necessário que o Faraó aplicasse e fizesse cumprir a lei, para permitir a manutenção do equilíbrio cósmico. A manutenção de Maat é tida como responsabilidade direta do faraó, no antigo Egito .
O primeiro dever do faraó era defender a lei de Maat em todo o antigo Egito. É por isso que, nas paredes dos templos, o faraó é representado pela oferta de Maat a uma divindade, dizendo, em suas ações, que ele está em conformidade com os requisitos da deusa e em troca recebe dos deuses a vida e dominação (Osíris) e poder vitorioso (Horus). Alguns faraós carregavam o título de Maat-Meri, que literalmente significa "amado de Maat". Eles são descritos frequentemente com os valores de Maat para enfatizar o seu papel na defesa das leis do Criador . Qualquer perturbação na harmonia cósmica poderia ter consequências para o indivíduo, bem como para o Estado " .

 
 
 

PARA COMPREENSÃO ANTERIOR:

 


 

 
  1 - A alma está fora do corpo. O corpo é interpenetrado pelas diversas almas, ou corpos magnéticos sutis, que ampliam a consciência e se ligam em última instância ao Todo imaterial e impessoal.
 
 
 


 

 
 

2 - Do modo como a consciência é percebida na terceira dimensão, o cérebro atua como um scanner, fazendo uma varredura dos corpos magnéticos externos ao corpo físico, e interpretando toda informação contida neles sem distinção do espaço-tempo onde ela foi gerada originalmente. A informação nos corpos sutis, no entanto, pode provir de outros tempos-espaços que não a vida presente.
3 - Todo sistema energético sutil funciona como uma malha de informação magnética, estruturada como uma rede de energia. Essa malha é composta dos corpos sutis, nos nadis ou canais de energia, e dos chakras, que são os vórtices emissores e receptores da consciência gerada no Eu encarnado no corpo. O corpo físico é parte integrante da consciência do Eu como um todo, pois é um componente gerador de energia magnética.

4 - A consciência se manifesta como padrões magnéticos gerados ou recebidos nos chakras, e se comunica com o inconsciente coletivo, ou Akasha, através da malha de energia do planeta Terra.

 
 
 
 

 

 


 

 
 

5 - Padrões gerados na nossa consciência são compartilhados com as demais formas de existência no Universo, na realidade concreta e em diversas dimensões além da percepção ordinária. Padrões na malha de energia são programações que emitem energia para fora do Eu, para a malha da Terra, que reproduz esses padrões na forma de eventos na realidade concreta.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

6 - O mundo dimensional sutil é a base do mundo concreto. Tudo que vem a ser na realidade é resultado do que foi designado anteriormente na realidade invisível das dimensões não materiais.
7 - Todo Universo é ligado por magnetismo, é geométrico, em escala sub atômica ou astronômica. E como tal, está sujeito a leis que regem a geometria.

 
 
 
 

 

 


 

 
 

8 - Existe tendência a simetria no Universo: o semelhante atrai o semelhante. Aquilo que energizarmos será parte do que somos, e o que somos será vivenciado em nossa realidade.
9 - O objetivo da Alma humana na Terra é a evolução. A Terra é um planeta escola. A Alma encarna com um Plano evolutivo, ou contrato de Alma, que deve ser executado de acordo com o livre arbítrio que a Alma recebe, e de acordo com o nível de consciência (Maestria) juntado em outras passagens pela Terra. Para isso, momentos antes de nascer, a Alma esquece das suas passagens anteriores pela Terra, se separa do Todo, e adquire individualidade. Não existe antagonismo entre o que nós somos e o padrão das experiências que vivenciaremos na Terra.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

10 - A dissolução do Karma é a dissolução dos condicionamentos passados. Para isso a Alma deve empreender uma jornada de evolução e reunião com a fonte Universal de Luz e consciência, abandonando os paradigmas que a separam do Todo.
 

 

 

 

SOBRE O KARMA

 

Passagens recolhidas
" Como um agricultor semeia um certo tipo de semente e obtém uma certa colheita, assim acontece com as boas e más ações " (Mahabarata)
" Com a mesma medida com que medirdes, será medido para vós." (Lucas 6:38)
" Receberás retribuição e pagamento por tudo o que fizeres. " (Alcorão)
" Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá " (Gálatas 6:7)
" Enquanto uma má ação não está karmicamente amadurecida, o néscio a considera doce como o mel. Mas, quando sua má ação amadurece karmicamente, ele cai em uma miséria indizível " (Dhammapada - A sabedoria de Buda)
" Todo homem, pela ação do infalível Karma, recebe na exata medida tudo o que lhe é devido, tudo o que ele merece, nem mais nem menos. Nenhuma ação benéfica ou maléfica, por mais insignificante que possa ser, por mais secretamente que seja praticada, escapa da balança precisamente equilibrada do Karma." (fundação do budismo, Helena Roerich)

 

LEI DOURADA DO KARMA

 

" Não faça aos outros aquilo que você não queres que os outros façam a ti." (Confucius)
" O que quereis que os homens vos façam, fazei também a eles." (Lucas 6:31)
" Esta é a síntese de toda verdadeira justiça: trata os outros como queres que eles te tratem. Não faças nada ao teu próximo que não queiras que ele faça a ti." (Mahabarata)
" Tudo o que não queres para ti mesmo, não o queiras também para os outros." (Dhammapada - A sabedoria de Buda)
" Eis a mais nobre das religiões: que queiras para os outros o que queres para ti mesmo; e o que considera doloso para ti, tem-no como doloso também para os outros." (Alcorão)
" Assim, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-o também vós a eles; esta é a lei e os profetas." (Matheus 7:7-12)

 

 

 

SOBRE O KARMA

 

Uma vez li em uma mensagem de uma cliente a frase " Não existe mais karma ". Essa frase é interessante, por que põe em questão o próprio conceito de Karma, como ele é conhecido no ocidente.
A primeira coisa a dizer sobre a frase, é que ela foi dita há muitos anos atrás, por um Mestre espiritual, que possuía o chakra da garganta invertido (personalidade na sombra) e também o chakra do umbigo invertido (médium tipo esponja), e cuja alma estava apenas 45 % encarnada no agora, o resto: 55 %, se encontram ainda presos no mundo astral inferior, o popular umbral, em outras vidas.
A segunda coisa a dizer desta frase é que ela é uma redução do conceito real de Karma.
A saber: karma, é o produto, o resultado de tudo o que nós criamos (ação e reação) com nossos pensamentos, emoções e ações no espaço-tempo, portanto, por uma simples lei de simetria cósmica, é virtualmente impossível não haver Karma.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

Tudo o que criamos fica registrado no Mundo Astral, no inconsciente coletivo, no Akasha.
A rigor então, não existe diferença entre o que nós somos (como nossa energia é), e o que é o nosso contrato de alma na Terra, nosso destino, pois a alma humana sempre estará designada ao planeta Terra, como missão. Ser e Akasha estão constantemente se redesenhando, se recriando, de acordo com nosso próprio poder criativo em ação no espaço-tempo, nossas escolhas.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

Nesse sentido, estamos constantemente no "Agora" , mas recriando nosso futuro a partir das nossas impressões e nossos atos na existência, então o Karma está sempre se construindo e ao mesmo tempo sendo armazenado como memória na linha do espaço tempo, atrás do chakra causal.
O tempo é um paradigma da quarta dimensão. O Eu na terceira dimensão necessita do tempo para formar um nexo relacionado a realidade concreta. Através da percepção da passagem do tempo, o Eu forma sua identidade na realidade concreta. O Eu necessita de uma "história", da memória na realidade, para existir.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

O Karma, a partir da percepção temporal da quarta dimensão, deve ser ativo. Significando que os instrumentos para liberação de Karma na quarta dimensão devem ser parte da "missão" de quem o resgata. Através da compaixão, do serviço, das boas ações, da devoção religiosa por exemplo, pode-se gerar auto perdão, e quitar-se o Karma. Mas quando o Eu não supera o paradigma da quarta dimensão, o Karma positivo não é percebido no mesmo contrato (vida) em que a alma se encontra encarnada. Deve-se morrer e reencarnar, para que o benefício Kármico positivo seja vivenciado.

O Karma, no paradigma da quarta dimensão, é compensado, como em uma balança.

Tudo o que nós criamos no presente, afetará e realizará uma reinvenção do futuro, pois não há futuro do ponto de vista que há algo predeterminado.
A predeterminação factual não passa de uma sopa de múltiplas possibilidades que tendem a se materializar de acordo com nossas escolhas.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

A fato é que escolhemos agir e pensar baseados em nossa memória (nível de consciência) juntada na malha magnética em muitas experiências, inclusive de outras vidas, e que define o que somos, e define o nosso contrato de alma na Terra, e tudo o que vivenciaremos. Tornando então o Karma uma repetição constante de nossos padrões gerados e gravados em nossa consciência.
A única maneira de queimar o Karma na mesma vida em que se toma consciência dele, é através da manifestação do nosso Ser Multidimensional, da força de nosso poder divino (maestria), que está além do tempo, além da quarta dimensão, em todos os níveis da nossa malha energética, da nossa existência. E para todas as outras formas de consciência que não essa, ainda haverá Karma, pois haverá a memória, o condicionamento inconsciente.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

Karma e eternidade relacionam-se ao paradigma do tempo linear, metafisicamente.
O conceito de eternidade além da quarta dimensão significa que algo é eterno por que está em constante aprendizado, em transformação, fora da linearidade, porém nunca em repouso (suspensão do tempo). Morte e renascimento serão sempre a forma com que o Ser Supremo se manifesta, e é assim que todas as coisas são criadas na materialidade, na concretude, nas dimensões inferiores em que o Universo como o percebemos se manifesta.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

A perfeição do Universo é dinâmica, e nada tem a ver com "descanso", "céu", "silêncio", "nuvens", "o fim das reencarnações".
A Terra vive um momento muito particular da sua jornada evolutiva. Muitas almas antigas que não evoluíram durante o ciclo cósmico que se findou estão agora deixando o planeta.
Para estas almas, não há mais Karma, pois seus espíritos, na expressão do que conhecemos como identidade humana, serão desintegrados e transformados em outro tipo de energia. Os fragmentos de alma que restam, desde os Mundos Astrais inferiores ao plano da quinta dimensão, serão destruídos, levados a uma região do espaço-tempo chamada de não existência. Isso significa que todos os antigos fragmentos de almas que estão presas no umbral, e em outras regiões do Astral Inferior, e que não possuem mais uma conexão evolutiva com o planeta (através do Eu superior) serão destruídos.
Nesse sentido, não há mais Karma, por que não há mais tempo para antigas e não evoluídas almas serem.
Por outro lado, a Terra está recebendo novas almas superdotadas e iluminadas, que não possuem mais o código evolutivo baseado no sacrifício, na necessidade do sofrimento para expiação do Karma gerado em outras vidas. Estas almas (crianças índigo, cristal, diamante, etc...), possuem em seu programa evolutivo a permissão para uma vida de abundância e felicidade na Terra, livre do martírio que traz a redenção e a iluminação.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

A iluminação inclusive, é um falso paradigma criado na era patriarcal, onde o desejo de perfeição e pureza asceta reprimiu o verdadeiro sentido do que é sagrado.
Muitas almas que se presumiram iluminadas, e que foram tratadas com tal nos últimos 60 anos pelo menos, guardavam em segredo suas imensas limitações, descobrindo-se depois que longe dos olhares públicos, eram hipócritas abusadores de crianças, pervertidos, gananciosos, e aliciadores de discípulos crédulos que almejavam seguir um Mestre por que eram rígidos e auto condenatórios demais para reconhecer a maestria em si mesmos.
O Karma, no sentido de causalidade no espaço tempo, é a maneira como o programa evolutivo da alma humana na Terra se manifesta, pois a Terra é um planeta escola, cuja diplomação final é a Maestria.
Por Maestria, se entende ascensão, porém ascensão é a iluminação de TODOS os chakras do sistema energético, inclusive os inferiores.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

Do ponto de vista da quinta dimensão, o Karma é uma série de impressões que limitam a expressão da essência do Eu. Uma vez que essas impressões sejam liberadas, o Karma se transmuta em Maestria, que é a condição da lição aprendida pela alma na Terra.

Nos meus quase 20 anos de atuação como shaman, e depois como Mago, me deparei com muitas almas que já haviam alcançado o que comumente se entende por iluminação. Estas almas tinham seus chakras superiores super iluminados, resultado do treinamento de yogues e ascetas que foram no passado, em outras vidas. Perfeitamente bondosos e amorosos, calmos, e incapazes de ferir quem quer que fosse.
Porém voltaram a Terra, entediados, insatisfeitos, com um senso de inadequação sobre as pessoas comuns que os deixaram desconfortáveis no próprio corpo sem desejo. Isso é o resultado do paradigma da iluminação antigo, baseado na renúncia ao planeta Terra, e na renúncia das forças instintivas dos chakras inferiores.

 
 
 
 
 
 


 

 
 

A única maneira de extinguir o Karma é aprendendo a agradecer pelo planeta Terra, atingindo um estado de libertação de qualquer negação ou repulsa da natureza limitante e finita da matéria.
A alma humana está por contrato infinitamente designada ao planeta Terra, e da Terra não se libertará, enquanto mantiver a ilusão de que o paraíso não é aqui.
Investigando a energia de alguns Santos da tradição católica, e de outros grandes Mestres, pude entender que os verdadeiros iluminados possuem TODOS os chakras iluminados.
São Francisco de Assis, Saint Germain, Santo Antônio, madre Teresa de Calcutá, Buda... Todos os verdadeiros iluminados de qualquer tradição religiosa, possuem TODOS os chakras iluminados, inclusive o chakra básico (aterramento, expressão consciente do apego ao corpo e materialidade) e o chakra sexual (êxtase, prazer carnal, ímpeto, compreensão de pertencer e a se comunicar com todas as coisas vivas).
O ciclo de morte e renascimento é apenas um paradigma, a limitação é apenas um paradigma.
Somos produtos daquilo que acreditamos e vibramos, e nossa responsabilidade e aceitação sobre tudo o que somos e vibramos nos dá a oportunidade de reconhecer nossa centelha divina, e revelar nossa Maestria, que é a causa última da aventura da alma humana na Terra.